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Legibilidade inigualável do código 2D em um ambiente agressivo de processamento

Het Kaasmerk using cognex 8070 handheld barcode reader for 2D code

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Het Kaasmerk b.v., localizada nos Países Baixos, está usando um leitor de identificação DataMan® para ler os códigos marcados em blocos individuais de queijo. O queijo é marcado com um código 2D no início do processo produtivo e esses códigos precisam permanecer legíveis até o final. O único leitor de identificação capaz de responder esse desafio apesar de um ambiente industrial adverso, muito prejudicial para o código, foi o DataMan 7500.

Vantagens:

• Aumento na segurança do alimento
• Prevenção contra recall de produto
• Economia de tempo e dinheiro para o cliente

Códigos de identificação, como um código 2D ou código Data Matrix, são aplicados não somente a produtos de tecnologia de última geração, eles também são aplicados ao queijo que comemos diariamente. Esses códigos são não somente obrigatórios, mas também necessários para garantia de qualidade durante a produção. Eles ajudam a minimizar os riscos de segurança do alimento também após a fase de produção, uma vez que cada queijo pode ser rastreado individualmente. Het Kaasmerk B.V., de Leiden (Países Baixos), é um dos fabricantes dessas marcas comestíveis de queijo e colaborou, por algum tempo, com a Isotron Systems na rastreabilidade e controle de qualidade de queijo. A Isotron Systems é o distribuidor de produtos de visão e de identificação Cognex nos Países Baixos.

Completa rastreabilidade para cada unidade de queijo

A capacidade de identificar cada queijo individual como um item exclusivo na cadeia produtiva é um componente essencial. O código aplicado funciona como um autêntico passaporte. No passado, esses códigos consistiam em um texto normal, que tinha muitas desvantagens. A Isotron Systems e a Het Kaasmerk B.V., portanto, se reuniram e juntas apresentaram os códigos de matriz de ponto 2D aos produtores de queijo. Eles melhoraram o contraste e o tamanho da célula do código 2D nessas marcas no queijo. O código exclusivo pode ser correlacionado a informações essenciais no computador, como ingredientes, umidade e teor de sal, dimensões e peso do queijo. Assim, quando surgirem irregularidades ou erros, imediatamente pode ser tomada uma ação.

Redução de risco – prevenção contra recall desnecessário de produto 

Informações sobre quando e onde o queijo foi produzido e com que ingredientes (por exemplo, o leite usado) são também incluídas no código. Se forem descobertos erros durante a fase de produção, distribuição ou no cliente, ele deve ser retirado da cadeia o mais rápido possível. Se o lote específico do queijo não pudesse ser determinado, muitos lotes de queijo teriam que ser retirados como medida preventiva, desperdiçando tempo e dinheiro. Graças ao código exclusivo na marca do queijo, é possível determinar com precisão qual lote de queijo é 'inseguro'.

Como garantir a leitura de um código danificado ou distorcido?

A marca no queijo com o código 2D é aplicada ao queijo o mais cedo possível na etapa do processo produtivo. Isso acontece logo depois da separação do soro do coalho. O código é feito de caseína (uma proteína específica do queijo) e, portanto, comestível. Entretanto, o código 2D não é imune a danos, uma vez que ele é submetido ao mesmo tratamento que o próprio queijo, durante o processo produtivo. Salmoura (banho de sal) e revestimento (aplicação de uma camada de parafina ou plástico) podem provocar danos significativos. Frequentemente, a marca pode se tornar distorcida como resultado do inchaço do queijo.

"E mais, alguns danos são infligidos de propósito durante o processo produtivo: o cliente demanda que a marca seja perfurada para evitar acúmulo de umidade." "Com uma legibilidade de menos que 90%, a leitura de marcas de queijo com código 2D com um leitor normal torna-se impossível", explicou Jeroen van der Meulen da Isotron Systems.

O código deve ser legível, não importa quão danificado ele esteja

"Portanto, é de suma importância que os códigos permaneçam legíveis durante todo o processo produtivo, por toda a cadeia produtiva até a distribuição do queijo. Isso não é garantido e a legibilidade não pode ser alcançada com nenhum outro sistema", explica Jos Putker, Diretor da Het Kaasmerk B.V.

"A Isotron nos fornece as câmeras da Cognex, incluindo o software. Podemos implementar esse software com facilidade. Pela nossa experiência, sabemos que os leitores da Cognex são desenvolvidos de forma a poderem ler com perfeição códigos distorcidos, enquanto o software da Cognex pode, com facilidade, corrigir códigos incompletos!", explica Jos Putker da Het Kaasmerk.

A solução que oferece certeza absoluta

Jeroen van der Meulen adiciona: "Optamos pelo leitor de identificação In-Sight® da Cognex em um invólucro impermeável. A implementação do algoritmo patenteado IDMax® também permite que códigos obscuros, danificados e distorcidos sejam lidos sem dificuldade. Os códigos devem permanecer legíveis durante as fases de distribuição e vendas. Para essa finalidade, fornecemos leitores portáteis: a série DataMan 7500 com sua fonte de iluminação exclusiva e o IDMax com o qual códigos altamente irregulares podem ser lidos. Isso fornece uma solução para queijos novos, jovens e velhos. Essa solução oferece certeza absoluta. Afinal de contas, é inaceitável que um código seja lido erradamente ou que um leitor indique um código diferente do que está escrito na marca do queijo. Essa solução é totalmente à prova d'água e à prova de falsificação", ele conclui.

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